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Está finalmente online na íntegra o documentário Femme de la Rue feito por uma estudante belga residente em Bruxelas, a capital mais islamizada da europa.

Para os otários que passam a vida a gritar 'racismo' e a tentar impor a cidadãos civilizados europeus que aturem a barbaridade primitiva do islão, é uma boa oportunidade para acordar para a vida. É só clicar no play no vídeio mesmo aqui abaixo.




Eu fiz download do ficheiro porque já está visto que a censura generalizada de tudo o que critique o islão faz-se sentir em poucos dias e cheira-me a que daqui a umas semanas este vídeo já esteja removido de tudo quanto é site por ser considerado ofensivo.
Se tal acontecer, eu o colocarei aqui de novo prontamente.

Passem a palavra, mostrem o vídeo a amigos, façam o download, o endereço para download directo do filme é este:

http://mrc-tv.s3.amazonaws.com/sites/default/files/videos/converted/116211.mp4

Para fazer download é clicar com o botão direito e escolher a opção "guardar como" ou "guardar destino como".

Para quem preferir download via bittorrent, aqui vai o magnet url. Contribuam para a distribução do filme deixando o torrent activo mesmo depois de terminado o download.

Torrent info hash:
B42F12756D6DF8CE4C45C58F53C01CD9CEC5C2FB

Bem haja.





Festival Merah

O filho da puta que assassinou  judeus e soldados franceses lá foi enterrado em frança. Tanto os pais do assassino como as organizações islâmicas foram rápidas a focar-se em pedir direitos e fazer exigências para preservar a 'dignidade islâmica' do criminoso.
Nada de pedidos de desculpas pelos crimes. Onde estão os muçulmanos ditos 'moderados'? Passamos a vida a ouvir tretas sobre o pacifismo do 'muçulmano moderado comum' em contraste com a suposta ínfima minoria de pessoas confusas (terroristas), mas sempre que há um caso de terrorismo, nenhum muçulmanos diz nada. Não vejo uma única manifestação contra este tipo de acção bárbara por parte dos muçulmanos.
Para os otários que ainda não perceberam, o motivo é simples: eles não dizem nada porque são a favor do terrorismo islâmico. Dos milhões de muçulmanos na europa, será que muitos reprovam estes atentados? Ou será que até concordam e sentem que estão no direito de matar inocentes por causa do conflito israelo-palestiniano? É perfeitamente óbvio que são a favor deste tipo de acção.

Mas a parte mais insólita deste festival triste levado a cabo pelos pais do terrorista, foi mesmo a localização do enterro. Depois de tanta merda a exigir (é preciso ter um descaramento do caralho, não?) que o monte de merda fosse enterrado na Argélia, o governo argelino prontamente os mandou pró caralho categoricamente. Não deixa de ser curioso, que enquanto a França anda a dar trela a escumalha desta, nem a Argélia, que é um país muçulmano, a quer.

E agora, passados uns dias da tragédia, já foi preso o irmão do Mohamed Merdah e outro amigo já é procurado. Ambos ajudaram a planear os atentados. Tambem já foram impedidos de entrar em frança quatro clérigos islâmicos jihadistas.  Onde estão os traidores que dizem que isto é obra de um homem frustrado e mal tratado pelo sociedade francesa? Eu acho que deviam dar a cara agora, é que falam sempre com uma autoridade moral do caralho... onde estão agora?

Mas uma quesão importante. Os quatro clérigos muçulmanos foram impedidos de entrar em frança como? Chegaram de avião? E se chegarem por terra? Como é que se impedem de entrar em frança? E mandam-se para onde? Para a Espanha? Para a Bélgica? E como se garante que nao regressam a França no dia seguinte?

Actualização:
Afinal já subiu para 19 o número de terroristas islâmicos detidos em França na sequência do atentado. Aproveito para mandar os apologéticos da teoria do coitadinho-ostracisado-pela-sociedade para o caralho que os foda.

Síria

Muito se tem noticiado sobre a situação da Síria e respectiva resposta por parte do regime de Bashar al Assad nos últimos meses. Nos anteriores casos de tomultos de escala nacional em países árabes, a comunicação social simplificou ao máximo, mas no caso da Síria, a imprensa em estado deveras confusa.
Nota-se que não sabe que lado é que há-de tomar. Por um lado seria facil simplificar as coisas como se fez com os outros países árabes, mas do outro lado estão os russos e os chineses que neste caso, por interesse próprio, já deixaram bem claro que não estão para ficar a olhar para a um parceiro económico a ser destruído à custa de carnavais ditos revolucionários.

A síria é um país heterogéneo, com vários grupos étnicos e religiosos. Historicamente, cristãos, judeus, assim como um grupo de muçulmanos xihitas mais ocidentalizado, têm sido parte integrante do país. Mas uma vez que os muçulmanos se multiplicam como ratazanas, destruindo todo o tipo de progresso e recurso que lhes aparece pela frente, a ordem está claramente ameaçada.
Eles agora são a maioria absoluta e fazem questão de fazer o que fazem onde quer que estejam: destruição, violência, morte, atraso. Não só o fazem como o querem forçar o seu culto bárbaro a toda a gente.

Se noutros países foi fácil obter poder de fogo por parte dos tótós do ocidente, desta vez o governo mostrou um pouco mais de fibra e mostrou que não são só os fundamentalistas islâmicos que sabem brincar às guerras. Mostrou ainda que ele tambem tem amigos e que tambem os pode chamar ao barulho. Especificamente, a china e a rússia que são duas super-potências militatres.

Para quem se interroga sobre a origem das armas na síria e sobre a verdadeira natureza da 'revolta', aqui vai um pouco de luz: os tumultos são orquestrados por terroristas oriundos do paquistão e do afganistão financiados por interesses fundamentalistas islâmicos. As armas são levadas para a síria às toneladas e são restos da guera fria.
O regime não deixa de ser autoritário, mas quem pode esperar algo diferente na região? Quem é que meteu na cabeça dos teóricos ocidentais que agora se pode chegar ao mundo árabe e meter lá democracias representativas com eleições livres de quatro em quatro anos?
Obviamente, que as populações estão tão indocrinadas e ameaçadas pela violência islâmica, que o islão é obrigatoriamente resposta para tudo. Quem discordar é decapitado, apedrejado, enforcado, chicoteado, etc.

Se o governo de Assad cair, a síria irá pelo caminho que muitos outros países islâmicos seguiram. Tornar-se-á num país cada vez mais islamizado, em que qualquer tipo de liberdade é aniquilada. Pessoas de outras religiões começam a fugir e em 20 anos a população será totalmente islâmica. Isto foi o que aconteceu (e acontece ainda hoje) em todos os países islâmicos.
A siria, naturalmente está a mostrar mais resitência a este fenómeno. Os outros países árabes tambem o fizeram, só que não tiveram ninguem que os apoiasse. Desta vez com o apoio dos russos e chineses os cabeça-de-toalha já piam mais fininho.
A ver vamos, a síria deve ser olhada como uma esperança para o mundo face à ameaça do islão. Se Assad se aguentar firme, dará uma lição ao mundo mas não será facil. Especialmente tendo em conta que mesmo o ocidente já anda sistematicamente a dormir com o inimigo.

Já foi tarde!

O filho da puta* que covardemente assasinou crianças e soldados franceses de origem argelina foi morto pela polícia após um dia de cerco à sua casa. Foi tarde. Deviam ter despejado chumbo para cima dele assim que o encontraram. Esterco deste não faz falta nenma à sociedade e se nao respeita a vida alheia tambem não deve ter direito à vida.

Agora, por causa de se tratar lixo deste com paninhos quentes, três polícias foram baleados, um dos quais está gravemente ferido. Porque é que um árabe bárbaro merece ser tratado desta forma? Valerá a pena pôr em risco a a vida de cidadãos franceses só para tentar a todo o custo que um monte de merda destes seja capturado em vida?

Para o batalhão de burros enraivados que já andava a dizer que isto era um terrorista cristão ou que era obra da mossad... estão a ver seus totós??? Vocês são ridículos e estupidos, obviamente que eu é que tinha razão. Ah é verdade... vão pró caralho.

* 'Filho da puta' é uma expressão que não gosto muito. Falha o alvo. Mas não me lembrei de nenhum nome mais ofensivo.

O Judaismo e o Islão na Europa

Começa a ser óbvio demais, os judeus europeus estão sob constante ameaça. Tudo o que tenha uma estrela de david ou qualquer associação ao povo judeu tem que estar sob constante alerta e ter medidas de segurança de topo.
Em Portugal ainda se nota pouco, porque ainda há relativamente poucos muçulmanos, mas em França, Inglaterra, Alemanha, Suécia, Suiça, etc. a situação está compeltamente fora de controlo. Os judeus começam todos a fugir e serem forçados a viver cada vez mais discretamente e com medidas muitas medidas de segurança.

Hoje, uma escola judaica foi vítima de um tiroteiro indiscriminado que matou quatro inocentes. O autor do crime ainda não foi apanhado, mas tudo indica que terá sido o mesmo que ontem matou três soldados franceses de etnia árabe.
Obviamente que não se pode afirmar nada com absoluta certeza sem haver factos confirmados, mas alguém tem alguma dúvida que se trata de um muçulmano? Presunção de inocência é fundamental em sociedades de direito e justiça como as do ocidente dizem ser. Mas daí a sermos forçados a ignorar o óbvio, é ridículo.
Eu não tenho dúvidas nenhumas que o autor do crime é um muçulmano. E recuso-me a chamar-lhe 'muçulmano radical' ou 'extremista', é um muçulmano, disso eu não tenho dúvidas.

Toda a gente que tenha dois dedinhos de testa tira a mesma conclusão. Ser politicamente correcta ou não é algo para o qual me estou a cagar de largo.

Uma reacção engraçada é a de meia dúzia de tótós que por aí andam. Dizem que isto foi orquestrado pela mossad, para encriminar os árabes e assim justificar ataques ao Irão por parte de Israel.
Posto dessa forma, não há lógica que possa atacar tal argumento de tão rebuscado que é. É como afirmar que qualquer prova ou pista de um crime deve ser ignorada porque é só um subterfúgio para culpar o suspeito mais óbvio. Obviamente que sem fundamentos mais palpáveis que suportem tais teorias, estas são completamente inúteis.
Quer dizer, inúteis não são, porque me dão oportunidade de mandar os autores delas pró caralho, o que eu faço com todo o gosto:Vão pró caralho!

Cumprido insulto barato, continuemos...
O judaísmo na europa já perdeu o direito de viver em paz, está sob ameaça constante. Qualquer judeu que caminhe pelas grandes cidades europeias, corre sérios riscos de vida. como português, enoja-me que permitamos isto no nosso continente. A acontecer em Portugal é a segunda vez na nossa história. Aos muçulmanos que não respeitam ninguem, é só comodidades gratuitas, modifica-se a nossa sociedade para eles se acomodarem, e eles o que fazem? itram partido disso para nos destruirem.
Hoje são os judeus, amanhã quando os muçulmanos forem em maior número são os cristãos tambem como já aconteceu em muitos países.

Vergonha europeia.

A europa e os muçulmanos: tensão num continente tolerante


Aarhus é uma cidade pacata. Quem caminha pelo centro histórico num dia de semana, a julgar pela tranquilidade da paisagem urbana, não imagina que possa abrigar uma das mais respeitadas universidades da Europa (de fato, uma das 100 melhores do mundo), além de ter quase 250 mil habitantes. Foi, contudo, um jornal desta cidade dinamarquesa, pacífica e ordeira, que revelou ao mundo uma discussão latente na Europa:em setembro de 2006, ao publicar doze charges retratando o profeta Maomé, uma delas em que ele aparecia com uma bomba amarrada na cabeça em lugar do turbante, o jornal local Jutland Post gerou protestos que ultrapassaram todas as fronteiras. Muçulmanos em diferentes partes do mundo indignaram-se contra os desenhos: retratar o profeta é ofensa grave para os religiosos. Já na cultura dinamarquesa e europeia, a liberdade de expressão e a tolerância tem clara preferência.

Hoje, mais de 5% da população europeia é muçulmana. Só na Holanda, chegam a quase um milhão dos dezesseis milhões de habitantes. Vindos do norte da África e da Turquia, imigrantes foram atraídos pelos governos europeus durante o pós-guerra para prover o mercado de mão de obra barata. A política de atrair imigrantes cessou em meados dos anos 1970 pois muitos dos que já residiam na Europa ficaram desempregados com a crise econômica, sem porém voltarem aos seus países de origem.

O processo migratório desde então se intensificou, contradizendo todos os prognósticos: imigrantes já radicados, principalmente muçulmanos, passaram a convidar familiares a viver aqui também; homens passaram a viajar à terra de origem em busca de esposas, muitas vezes forçadas a enfrentar um casamento arranjado e acompanhar o marido na volta. Muitos não conseguem ou não querem integrar-se à nova sociedade em que vivem. Continuam falando árabe, por exemplo, melhor do que a língua local. Paul Scheffer, renomado político e escritor holandês, professor de Sociologia Urbana da Universidade de Amsterdam, advertia já no ano 2000 em um famoso artigo publicado na imprensa holandesa de que havia apenas uma conclusão possível desse processo: a integração na Europa ocorreria apenas em casos excepcionais, longe de se tornar uma regra. Os atentados terroristas nos Estados Unidos, em 2001 e, depois, na Europa, dificultaram ainda mais a já difícil integração e adicionaram um novo ingrediente ao processo: a radicalização dos jovens muçulmanos. Paradoxalmente, pois, uma regra acabou se consolidando: cada país, dentro de seu contexto, está lidando com um novo problema que ameaça a própria cultura de tolerância europeia.

O professor Lasse Lindekilde, doutor em Ciência Política pela Universidade de Florença, é especialista no assunto e falou à Revista Voto sobre o tema no intervalo de uma de suas aulas aos mestrandos do curso de Jornalismo, Mídia e Globalização, na Universidade de Aarhus. "A União Europeia, o Reino Unido, a Holanda e a Dinamarca foram os primeiros a propor políticas antirradicalização há cinco, seis anos. Desde os ataques terroristas em Madri (2004) e Londres (2005), para ser preciso. Foi aí que todo o discurso radical na Europa iniciou. Na Dinamarca, mais especificamente, após a publicação das charges no Jutland Post". Com a prisão, em 2008, de dois tunisianos e um marroquino nascido na Dinamarca por planejarem um atentado contra o cartunista Kurt Westergaard, a necessidade de tais políticas pareceu ainda maior.

O foco dos estudos de Lindekilde são os jovens que as políticas antirradicalização dinamarquesas visam atingir. "Esses jovens não acreditam em democracia. Todos os entrevistados da nossa pesquisa podem ser considerados não-democráticos. Os jovens muçulmanos acreditam que cabe a Allah fazer as leis; que eles jamais votariam em uma eleição dinamarquesa, que nunca participariam de um sistema democrático", avalia o professor. "Entretanto, eles não têm a intenção de fazer da Dinamarca um califado, de instalar um regime teocrático aqui, de destruir a democracia dinamarquesa", prossegue, distinguindo entre ser antidemocrático e não-democrático. O antidemocrata teria por finalidade destruir a democracia. O não-democrata convive com ela, sem porém aceitá-la ou participar dela.

A vida do cartunista autor das charges mudou radicalmente nos últimos anos, a ponto de contar com permanente proteção policial. Em contrapartida, também os muçulmanos na Dinamarca sentiram mudanças. "Muitos muçulmanos acusam as políticas antirradicalização de serem discriminatórias, apenas orientadas contra muçulmanos; que são simplesmente a continuidade da forma peculiar como os dinamarqueses descrevem muçulmanos como problemáticos e causadores de problemas". A implementação dessas políticas antirradicalização, portanto, segundo Lindekilde não é garantia de pacificação social: "muitas entidades muçulmanas veem essas políticas como discriminatórias e marginalizantes e poderíamos concluir que elas geram mais radicalização no mesmo momento em que tentam combatê-la. Nosso objetivo é tentar descobrir quais mecanismos podemos usar para evitar que isso aconteça".

Na Holanda, na Dinamarca e nos demais países europeus, o sentimento antimuçulmano tem, de fato, crescido: partidos têm se utilizado do discurso anti-islã para aumentarem suas bancadas enquanto muçulmanos se integram cada vez menos à sociedade em que vivem. A exemplo de Aarhus, por trás da aparência pacata e de tolerância, o mundo descobriu que há, definitivamente, uma grande tensão social em curso na Europa.

Por Marcel van Hattem - mestrando em Ciência Política pela Universidade de Leiden, Holanda