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Tintin o racista

Pela europa multi-culturalizada os livros de banda desenhada do Tintin vão começando a ser banidos por serem considerados racistas. alguns países avançaram mesmo com uma proibição oficial, outros desataram a destruir cópias que se encontravam em bibliotecas ou a forçar a sua saída do mercado.


Mais especificamente, o livro que tem causado mais intensidade de parvoíce é o Tintin no Congo. Alegadamente, a forma como as personagens africanas são desenhadas constitui racismo. E está fechado o assunto. É racismo, ninguem tem nada a dizer, não há lugar sequer para o debate.

Várias questões que deixo ao leitor:

  • Quem é que decide se é racismo ou não?
  • Qual é o critério?
  • O asterix tambem tem desenhos semelhantes, tambem é racista? Vamos banir os livros do asterix tambem? O sandokan tambem tem lá o sei fiel amigo português Eanes, ban-se tambem?
  • Em que medida é que esta medida é diferente do que se fazia por cá no estado novo em relação a livros com visões políticas diferentes? Idem, ditaduras comunistas? Idem, alemanha nazi?
  • Porque é que deixar esse julgamento ao critério do leitor está fora de questão?
  • Se é tão objectivamente racista, então porquê bani-lo, não seria obvio para qualquer pessoa?
Vá lá que em Portugal, por estarmos bem escaldados com a censura, isto está fora de questão. Mas a europa democrática, tolerante, progressista e moderna talvez deva para para olhar para os países ditos menos desenvolvidos.

Para os países que alinham nesta censura, um vigoroso Vão para o caralho! com todas as cores e estrelinhas da europa.

A raça interessa?... Qual raça?

Mais um típico caso branco-mauzão-mata-preto-bonzinho. E claro, a habitual tempestade de merda que vem assim que um caso destes sai fora de controlo na comunicação social.

Um branco vê um preto alegadamente suspeito, liga à bófia, a bófia aconselha-o a agir calmamente mas com prudência, só que em vez de seguir os conselhos da polícia, o branco segue o preto e acaba por matá-lo alegando que o fez em legítima defesa.

Por todo o lado rebentam manifestações ditas 'anti-racistas', com os pretos americanos muito indignados com a sua condição de coitadinhos vitimados. 'Especialistas' em questões raciais gritam a bandeiras despregadas que o racismo ainda existe e tem que acabar.

Admitindo que se tratou de facto de um crime e não de legítima defesa. Admitindo ainda que foi motivado por diferenças raciais,  pessoalmente ainda me interrogo:
O contrário nunca acontece? Nunca um preto mata um branco por motivos raciais?
Não aparece na televisão nem é debatido em público como sendo um crime de motivações raciais. Por que motivo é que só os casos branco-mauzão-mata-preto-santinho é que geram tanta polémica?

O presidente americano Obama já vai fazer declarações contra o racismo e afirmar que este jovem foi morto por causa da côr da sua pele. Mas como é que ele sabe? Não é precisamente isso qu está a ser investigado?

Outro pormenor curioso é a fotografia da vítima que por aí circula. Mostra uma criança sorridente com os seus 12 anos ou coisa que o valha. No entanto ele tinha 17 anos quando foi morto.



Será que a raça ainda interessa? Do crime pouco ainda se sabe, o que é certo é nenhum caso com vítimas brancas é discutido com base em racismo. É seguro concluir que questões raciais interessam, isso depende da raça em questão.